
Cristiano Ronaldo atinge marca de primeiro “bilionário” do futebol
Jogador português ultrapassa US$ 1 bilhão de patrimônio após renovar contrato milionário com o Al-Nassr
OddsChecker - 9 de out 2025, 11:03
5 minutosCristiano Ronaldo entrou para a história — desta vez, fora das quatro linhas. Segundo levantamento do site Bloomberg, após a recente renovação com o clube saudita Al-Nassr, o astro lusitano se tornou oficialmente o primeiro jogador de futebol a figurar na lista de bilionários.
O novo contrato com o Al-Nassr teria valor superior a US$ 400 milhões (cerca de R$ 2,1 bilhões), contribuindo para que o patrimônio total do atacante fosse estimado em US$ 1,4 bilhão (aproximadamente R$ 7,5 bilhões). Esse número marca um salto significativo em sua fortuna, além de consolidar seu status como um ícone do esporte também no campo financeiro.
Ao longo da carreira, Ronaldo já havia acumulado cifras expressivas em salários. Entre 2002 e 2023, os rendimentos com contratos ultrapassaram US$ 550 milhões. No primeiro vínculo com o Al-Nassr, o atacante já havia recebido cerca de US$ 200 milhões.
Mas não foi apenas o futebol que elevou seu patrimônio. O fenômeno europeu revelou-se também um astuto empresário. Acordos de patrocínio com marcas como Nike, Armani e Castrol, além de investimentos no setor de moda, hotelaria e turismo — especialmente em Portugal — formaram “colunas” essenciais para sua fortuna.
A trajetória de Ronaldo é comparada à de outros atletas bilionários, mas com particularidades. Enquanto Roger Federer acumula ativos via participação em empresas esportivas e Michael Jordan via contratos de patrocínio, Cristiano se destaca pelo peso dos próprios salários somado à diversificação empresarial.
A renovação com o Al-Nassr tem validade até 2027 e reforça o vínculo entre o jogador e o futebol da Arábia Saudita — cenário que tem atraído craques e investimentos expressivos nos últimos anos.
Em resumo: ao ultrapassar a barreira de US$ 1 bilhão em patrimônio, Ronaldo não apenas firma um marco individual, mas também redefine os limites do que é possível financeiramente no futebol moderno — projetando uma nova era em que ídolos dentro de campo se transformam em marcas globais com alcance além do esporte.











