
Fala Alvin: Nosso influenciador mandou o papo e esses são os palpites da final da Copa pra você gabaritar no seu Bolão!
Nosso influenciador Alvin fez a análise dele para os últimos dois jogos da Copa e compartilhou pra quem quiser uma ajudinha no bolão da família, dos amigos ou da empresa
OddsChecker - 18 de jul 2026, 12:00
5 minutosO palpite tá na mesa e a responsabilidade de cravar os resultados agora é sua! Nosso influenciador mandou a real sobre o que esperar desses confrontos decisivos da final da Copa do Mundo e também da disputa pelo terceiro lugar. Se você quer dominar o grupo dos amigos, do trabalho ou da família e garantir aquela liderança isolada no Bolão, dá uma olhada nas projeções abaixo e prepare seus palpites antes do apito inicial.
Espanha x Argentina - Final
- Palpite principal: Espanha 2 x 1 Argentina
- Campeã: Espanha
- Cenário alternativo forte: Espanha 1 x 1 Argentina e Espanha leva na prorrogação
- Risco real de zebra: Espanha 1 x 2 Argentina, com Messi transformando a final em roteiro divino
- Cenário de caos: Espanha 2 x 2 Argentina e pênaltis
A Opta coloca a Espanha como favorita para levantar a taça: 59% de chance de título, contra 41% da Argentina. Ou seja: a Espanha é favorita, mas não é atropelo. É uma final em que o computador aponta Espanha… mas o futebol olha pro Messi e fala: “calma aí, chefe, ainda tem um episódio”.
O que pesa a favor da Espanha
A Espanha chega com cara de time pronto. Passou por Portugal, Bélgica e França no mata-mata, sofreu só um gol na Copa inteira, e contra a França fez uma atuação de autoridade: venceu por 2 x 0, controlou o jogo e deixou o ataque francês praticamente sem resposta. A Reuters chamou aquilo de uma “masterclass” espanhola, com Rodri dominando o meio e a França sendo tecnicamente inferior.
E esse é o grande ponto: a Espanha não joga só bonito. Ela joga como time de clube. Tem saída, pressão, posse, cobertura, paciência e banco. Rodri controla o ritmo, Pedri e Fabián Ruiz, com Álex Baena, dão circulação, Lamine Yamal desequilibra, Oyarzabal decide e Mikel Merino já virou aquele reserva que entra parecendo personagem desbloqueável de fase final.
O que pesa a favor da Argentina
A Argentina chega com uma coisa que nenhum computador calcula direito: alma de campeão.
Ela sofreu contra Cabo Verde, sofreu contra Egito, sofreu contra Suíça, sofreu contra Inglaterra… e mesmo assim chegou. Contra a Inglaterra, perdia até os 85 minutos de jogo, mas Enzo Fernández empatou e Lautaro Martínez virou aos 90+2, com Messi participando diretamente dos dois gols, com duas assistências.
Esse time parece que só entende que o jogo começou quando todo mundo acha que acabou. O Houston Chronicle destacou que a Argentina marcou 9 dos 11 gols do mata-mata depois dos 78 minutos (apenas o primeiro gol contra Cabo Verde e o primeiro gol contra a Suíça foram antes). Isso é muito absurdo. É time que não morre. É time que espera você piscar cansado pra te dar uma facada.
O ponto tático do jogo
Pra mim, a pergunta da final é: a Argentina consegue sobreviver à posse da Espanha sem se afogar?
Se a Espanha controlar o meio com Rodri, Pedri e companhia, a Argentina vai passar muito tempo correndo atrás da bola. E correr atrás da Espanha é igual tentar pegar criança no pique-pega depois de comer feijoada: você acha que vai chegar, mas quando chega a bola já saiu.
Agora, se a Argentina conseguir quebrar essa pressão e achar Messi no entre-linhas, aí muda tudo. Porque a Espanha é organizada, mas não é imortal. Se Messi receber de frente, com Lautaro atacando a área, Julián/Almada oferecendo profundidade e Enzo chegando de trás, a Espanha pode sofrer pela primeira vez de verdade nessa Copa.
O duelo que decide
O duelo simbólico é Messi x Lamine Yamal.
De um lado, Messi aos 39 anos, artilheiro da Copa com 8 gols e 4 assistências, tentando ganhar a segunda Copa seguida e talvez fechar a carreira de seleção do jeito mais absurdo possível. Do outro, Lamine Yamal, 19 anos, estrela da Espanha, tentando transformar essa final numa passagem de bastão.
Mas o duelo tático mesmo é Rodri x Messi. Se Rodri controlar a zona onde Messi gosta de receber, a Espanha manda no jogo. Se Messi conseguir puxar Rodri pra fora, criar dúvida e achar passe nas costas da linha espanhola, a Argentina começa a transformar organização em pânico.
Onde a Espanha pode machucar
A Espanha pode machucar no desgaste. Ela vai circular, tocar, girar, inverter, esperar a Argentina cansar e atacar o espaço certo. A Argentina tem mostrado força mental absurda, mas também tem mostrado buracos. Sofreu sete gols na Copa, enquanto a Espanha sofreu apenas um.
E tem Lamine Yamal. Ele treinou separado junto com Pedro Porro durante a preparação, mas a federação espanhola informou à Reuters que os dois devem estar disponíveis; no caso de Yamal, a situação é tratada mais como controle de carga depois de uma semifinal pesada.
Onde a Argentina pode machucar
A Argentina machuca no emocional. Se a Espanha não matar o jogo, ela vai começar a sentir.
Porque uma coisa é jogar contra a Argentina no minuto 20. Outra coisa é jogar contra a Argentina no minuto 82, com Messi andando, olhando pro gramado, parecendo cansado… e de repente achando um passe que ninguém viu. Aí o jogo deixa de ser tático e vira religião.
E tem Lautaro. Ele entrou contra a Inglaterra e fez o gol da virada. Esse é o tipo de jogador que pode começar no banco e terminar como manchete mundial.
O que me impede de cravar Argentina?
A Espanha é melhor coletivamente.
Ela está mais estável, defende melhor, controla melhor e sofreu muito menos. Contra a França, não foi só vitória: foi afirmação. A Espanha olhou pra Mbappé, Dembélé e Olise e falou: “hoje não”. Isso é pesado demais.
O que me impede de cravar Espanha com tranquilidade?
Messi.
Simples.
A Argentina está na final porque tem casca, tem experiência e tem um jogador que ainda muda a realidade do jogo. A Espanha pode controlar 70 minutos. Mas se Messi tiver 20 segundos, pode acabar tudo.
França x Inglaterra - Disputa de 3º lugar
- Palpite principal: França 2 x 1 Inglaterra
- Fica com o 3º lugar: França
- Cenário alternativo forte: França 1 x 1 Inglaterra (França ganha na prorrogação)
- Risco real de zebra: França 1 x 2 Inglaterra, se Kane e Bellingham decidirem no talento
- Cenário de caos: França 2 x 2 Espanha e disputa de pênaltis
A partida é neste sábado, 18 de julho, às 18h de Brasília, no Estádio de Miami. A França perdeu a semifinal para a Espanha por 2 x 0, depois de vencer os seis primeiros jogos da Copa; já a Inglaterra caiu para a Argentina após sair na frente e sofrer a virada nos minutos finais.
O que pesa a favor da França
A França tem mais cara de time que pode tratar esse jogo como resposta. Além de ter elenco mais profundo, ainda tem um motivo individual enorme: Mbappé está na briga pela artilharia da Copa. Esse tipo de jogo, que muita gente trata como “amistoso triste”, pode virar palco pra atacante grande caçar gol.
E tem um fator simbólico: vai ser a despedida de Didier Deschamps depois de quase 14 anos à frente da França. Isso pode mexer com o vestiário. Não é final, mas é o último jogo de uma era. A França já disputou o terceiro lugar três vezes antes: venceu em 1958 e 1986 (anos em que Brasil e Argentina levantaram a taça, respectivamente), e perdeu a disputa em 1982.
O que pesa a favor da Inglaterra
A Inglaterra chega machucada, mas também com chance de terminar a Copa de cabeça erguida. O problema é emocional: perder semifinal de virada para a Argentina é daqueles traumas que dá vontade de desligar o videogame sem salvar.
Mas dentro de campo, tem muito jogador pra decidir. Kane, Bellingham, Gordon, Madueke, jogadores que podem fazer um jogo mais solto, talvez até com menos peso nas costas. E quando a Inglaterra joga sem parecer que está carregando 60 anos de tragédia, ela pode ser muito perigosa.
O ponto tático do jogo
Pra mim, a chave é: quem leva esse jogo mais a sério?
Porque disputa de terceiro lugar não é só tática. É cabeça. Se a França entrar com Mbappé, Dembélé, Olise e Tchouaméni ligados, ela tem mais poder de fogo e mais repertório. Mas se entrar naquele clima “ninguém queria estar aqui”, a Inglaterra pode aproveitar.
Do lado inglês, Tuchel deve mexer na equipe, até porque a Inglaterra teve um dia a menos de descanso. A imprensa inglesa aponta a possibilidade de rotações, com nomes como Henderson, Quansah, Spence e Rogers podendo aparecer. A França também pode rodar um pouco, já que Saliba é desfalque provável. Theo Hernández deve entrar.
O duelo que decide
O duelo mais óbvio é Mbappé x defesa inglesa.
A Inglaterra já conhece esse filme. Em 2022, França e Inglaterra se enfrentaram nas quartas da Copa do Catar, e a França venceu por 2 x 1, com gols de Tchouaméni e Giroud, enquanto Kane marcou um pênalti e depois perdeu outro, que seria o do empate.
Agora o contexto é outro, mas o trauma inglês é sempre muito criativo: quando não vem nos pênaltis, vem em semifinal, vem em virada, vem em terceiro lugar com Mbappé correndo nas costas.











