
Chelsea domina PSG e conquista o Mundial de Clubes em Nova Jersey
Em goleada construída no primeiro tempo, time inglês impõe 3 a 0 sobre o PSG com atuação brilhante de Cole Palmer
OddsChecker - 14 de jul 2025, 07:42
5 minutosO Chelsea ergueu seu segundo título do Mundial de Clubes neste domingo, 13 de julho de 2025, ao derrotar o Paris Saint‑Germain por 3 a 0 na final realizada no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. Enfrentando os atuais campeões da Europa, o time inglês não se intimidou frente ao favoritismo francês e, sob o comando de Enzo Maresca, impôs ritmo forte, pressão alta e transições rápidas, mostrando equilíbrio entre defesa sólida e ataque eficiente.
O duelo foi decidido ainda no primeiro tempo. Cole Palmer brilhou intensamente, abrindo o placar aos 22 minutos e ampliando aos 30 – ambos com belos chutes – e ainda forneceu a assistência para João Pedro, que completou a goleada com uma linda cavadinha aos 43 minutos. O PSG teve chance de reação, mas sofreu com o destaque do goleiro Robert Sánchez, que fez defesas cruciais para manter o placar, e viu seu ritmo ser comprometido ainda pela expulsão de João Neves nos minutos finais.
Com a vitória por 3 a 0, o Chelsea sela sua conquista da primeira Copa do Mundo de Clubes em sua nova era, ratificando a força tática de Maresca e o protagonismo individual de Palmer — eleito melhor jogador da final e do torneio — diante de um adversário de alto nível. A goleada em solo americano, vista por mais de 81 mil torcedores no estádio, coloca o clube londrino entre as grandes potências do futebol global neste momento.
Confusão em campo
A final também foi marcada por uma confusão generalizada após o apito final. O técnico do PSG, Luis Enrique, se envolveu em uma discussão com o atacante brasileiro João Pedro, do Chelsea, em meio a um entreveiro entre jogadores das duas equipes. Imagens captadas mostram o treinador espanhol agredindo o jogador brasileiro com um tapa no rosto, o que gerou indignação e repercussão negativa na imprensa francesa.
Luis Enrique justificou sua ação afirmando que entrou em campo após o apito final para evitar que os jogadores do PSG se envolvessem em um problema maior. O atacante brasileiro minimizou o incidente, dizendo que sua reação foi uma tentativa de proteger um amigo e acusou o PSG de não saber perder. A FIFA ainda não se pronunciou oficialmente sobre possíveis sanções para o técnico do time francês.










