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Fala Alvin: Nosso influenciador mandou o papo e esses são os palpites das quartas de final da Copa pra você gabaritar no seu Bolão!

Nosso influenciador Alvin fez a análise dele para os jogos de quartas de final e compartilhou pra quem quiser uma ajudinha no bolão da família, dos amigos ou da empresa

O palpite tá na mesa e a responsabilidade de cravar os resultados agora é sua! Nosso influenciador mandou a real sobre o que esperar desses confrontos decisivos das quartas de final da Copa do Mundo. Se você quer dominar o grupo dos amigos, do trabalho ou da família e garantir aquela liderança isolada no Bolão, dá uma olhada nas projeções abaixo e prepare seus palpites antes do apito inicial.

França x Marrocos

  • Palpite principal: França 2 x 1 Marrocos
  • Classifica: França
  • Cenário alternativo forte: França 1 x 0 Marrocos
  • Risco real de zebra: 1 x 1 e Marrocos leva pros pênaltis
  • Zebra histórica: França 1 x 2 Marrocos, se sobreviver ao primeiro tempo e achar transição

A França é favorita clara. A Opta dá 62,2% de chance de vitória francesa nos 90 minutos, contra 15,7% de Marrocos, com 22,1% de empate/prorrogação. Ou seja: favoritismo forte, mas não é passeio. Marrocos tem quase um em cada quatro cenários levando o jogo para o tempo extra, e esse é justamente o tipo de partida em que eles se sentem vivos.

O que pesa a favor da França

A França chega como o time mais forte do torneio em elenco e ataque. Mesmo depois de sofrer contra o Paraguai, venceu por 1 x 0 com pênalti de Mbappé, que chegou a 7 gols na Copa. Além disso, a Reuters destacou que a França tem 14 gols no torneio, melhor marca até aqui, com Mbappé, Dembélé, Olise e Barcola formando uma das linhas ofensivas mais perigosas da Copa.

O ataque francês tem muitas formas de te machucar. Mbappé ataca profundidade, Dembélé desmonta no drible, Olise acha passe por dentro e Barcola/Doué dão velocidade. O Guardian trouxe um dado que explica bem isso: a França lidera entre os quartofinalistas em conduções de bola que terminam em finalização, com 33. É um time que não só troca passe: carrega, acelera e quebra linha.

O que pesa a favor de Marrocos

Marrocos chega enorme. Passou pelo Canadá com 3 x 0, já tinha eliminado a Holanda, e está invicto nos cinco primeiros jogos da Copa — algo que, segundo a Opta, só aconteceu outra vez em Copas, justamente com o próprio Marrocos, em 2022.

E tem mais: Marrocos não é só defesa baixa. O The Guardian destacou que, entre os oito quartofinalistas, Marrocos tem a maior intensidade de sprints por quilômetro percorrido. Traduzindo: é um time que corre muito, mas não corre de qualquer jeito. Corre pra pressionar, recompor e atacar espaço.

O ponto tático do jogo

Pra mim, a chave é: Marrocos consegue impedir a França de correr de frente?

Se a França tiver campo aberto, acabou. Mbappé, Dembélé e Barcola em transição contra a defesa correndo pra trás é quase crime de guerra esportivo. Marrocos precisa fazer o jogo ficar mais lento, mais físico, mais mental. Precisa tirar espaço, forçar a França a circular por fora e fazer o relógio virar aliado.

Agora, se Marrocos roubar bola e achar Brahim Díaz, Hakimi ou Ounahi em velocidade, aí o jogo muda. A França sofreu contra o Paraguai justamente quando o jogo ficou quente, travado e emocional. Marrocos tem mais bola que o Paraguai e muito mais qualidade pra transformar uma roubada em chance real.

O jogo passa muito por Mbappé x Hakimi. Além do duelo técnico, tem história: os dois foram companheiros no PSG, são amigos e se conhecem muito bem. A Reuters destacou justamente esse peso simbólico e familiar do confronto, com várias ligações entre França e Marrocos, inclusive jogadores marroquinos nascidos ou formados no futebol francês.

Mas a França também precisa olhar pro outro lado: Olise está sendo uma peça absurda. A Opta aponta que ele é o primeiro jogador desde Zico em 1978 a completar 10+ dribles, criar 10+ chances em bola rolando e dar 10+ passes em profundidade em sua primeira Copa. Isso é dado de jogador que pode quebrar a retranca sem precisar de correria.

Desfalques

Marrocos tem uma perda enorme: Ismael Saibari. Ele marcou em todos os jogos da fase de grupos, mas saiu lesionado ainda no primeiro tempo contra o Canadá com problema na coxa. O treinador marroquino já avisou que ele fica fora do jogo e Rahimi, que marcou o terceiro contra o Canadá, deve ser o substituto.

Na França, a dúvida é Tchouaméni, que vem tratando lesão muscular. Deschamps disse que ele estava melhor, mas ainda precisava ver se participaria do treino. Saliba também saiu do jogo contra o Paraguai com desconforto nas costas, então é outro nome pra observar.

Espanha x Bélgica

  • Palpite principal: Espanha 2 x 1 Bélgica
  • Classifica: Espanha
  • Cenário alternativo forte: Espanha 1 x 0 Bélgica
  • Risco real de zebra: Espanha 1 x 2 Bélgica, se pressionar alto e roubar bola perto da área
  • Cenário de caos: 1 x 1 e pênaltis

A Espanha chega como uma das favoritas ao título. A Opta diz que, antes da Copa, a Espanha era a principal favorita, com 16,1% de chance de título nas simulações. Agora, nas quartas, subiu para 21,3%, atrás apenas da França. A mesma análise destaca que a Espanha ainda não sofreu gol nesta Copa e que Unai Simón já passou mais tempo sem ser vazado do que qualquer goleiro na história dos Mundiais. Mas a Bélgica não chega morta. A Opta também aponta que a confiança no time belga subiu depois do 4 x 1 contra os Estados Unidos: a chance de título da Bélgica foi de 2% antes daquele jogo para 3,6% depois da classificação.

O que pesa a favor da Espanha

A Espanha é o time mais controlado da Copa. Não é só posse pela posse: é posse que protege a defesa, tira o adversário do ritmo e sufoca aos poucos. O Guardian destacou que a Espanha concedeu apenas 1,49 de xG em toda a competição até aqui, um número absurdo para quem já está nas quartas.

E tem outro ponto: a Espanha tem banco. Contra Portugal, o gol da classificação saiu aos 91 minutos, com Mikel Merino vindo do banco e Ferran Torres dando a assistência também depois de entrar. A Reuters tratou isso como um retrato da força espanhola: não depender de um único herói, mas de profundidade coletiva.

O que pesa a favor da Bélgica

A Bélgica tem menos controle, mas tem mais explosão. De Bruyne, Doku, Trossard, Lukaku… é um time que pode passar 20 minutos parecendo meio desligado e, do nada, criar três chances. Contra os EUA foi exatamente isso: depois de toda a polêmica envolvendo Balogun, a Bélgica respondeu em campo com uma pancada de 4 x 1.

E tem uma estatística muito perigosa: segundo o Guardian, a Bélgica é o time das quartas que mais transformou recuperações altas em finalizações. Foram 15 roubadas altas que terminaram em chute, além de 4 gols nascidos desse tipo de jogada. Isso é exatamente o que pode assustar a Espanha: erro na saída de bola, pressão belga e chute antes da Espanha conseguir se reorganizar.

O ponto tático do jogo

Pra mim, a chave é: a Bélgica consegue bagunçar a saída limpa da Espanha?

Se a Espanha sair jogando com calma, Rodri, Pedri e Fabián Ruiz vão controlar o jogo. Aí a Bélgica começa a correr atrás da bola, De Bruyne fica longe da área, Doku recebe marcado por dois, e o jogo vira o cenário espanhol perfeito: posse, paciência e um gol construído no desgaste.

Agora, se a Bélgica pressionar alto e roubar duas ou três bolas perigosas, a Espanha pode finalmente parecer humana. Por que esse time quase não sofreu até agora, mas quando você perde a bola perto da própria área contra De Bruyne e Lukaku, não dá tempo nem de abrir o Excel da posse.

O duelo mais importante é Lamine Yamal contra a defesa belga. A Reuters lembra que ele ainda está retomando ritmo depois de lesão muscular em abril, mas mesmo em lampejos já consegue quebrar defesas e criar espaço para os companheiros. E contra uma Bélgica que deve proteger o corredor central, o desequilíbrio individual pelo lado pode ser fundamental.

Desfalques

A Bélgica tem um problema sério: Amadou Onana está fora depois de romper o ligamento cruzado anterior na vitória contra os EUA. Ele saiu ainda no primeiro tempo e depois apareceu comemorando de muletas. Essa ausência abre um buraco grande no meio-campo belga, justamente contra uma Espanha que adora dominar essa zona.

Na Espanha, a atenção fica em Lamine Yamal: não é baixa, mas ainda é um jogador voltando à melhor condição. Mesmo assim, em jogo travado, 10 minutos bons dele podem valer mais que 80 minutos de posse sem profundidade.

Noruega x Inglaterra

  • Palpite principal: Noruega 1 x 2 Inglaterra
  • Classifica: Inglaterra
  • Cenário alternativo forte: 1 x 1 e Inglaterra passa na prorrogação
  • Risco real de zebra: Noruega 2 x 1 Inglaterra, com Haaland decidindo de novo
  • Cenário de caos: 2 x 2 e pênaltis

A Inglaterra é favorita, mas não por uma margem confortável. A Opta dá 37,7% de chance da Noruega passar, então a Inglaterra fica ali na casa dos 62,3% de classificação. Ou seja: favoritismo inglês, mas com a Noruega tendo chance real de semifinal. E a própria Opta colocou a Noruega como a seleção sem título mundial com maior chance de levantar a taça, com 6,6% de probabilidade.

O que pesa a favor da Inglaterra

A Inglaterra tem mais elenco, mais banco e mais jogadores acostumados a jogo grande. Kane está em modo decisivo: fez dois gols contra a RD Congo para virar o jogo e depois marcou de pênalti contra o México, mesmo com a Inglaterra jogando boa parte do segundo tempo com um a menos. O Houston Chronicle destacou que a vitória por 3 x 2 no Azteca deu muita confiança para o time inglês.

E tem Jude Bellingham. Contra o México, ele marcou dois gols em menos de dois minutos e virou o jogo emocionalmente. Esse é o tipo de jogador que muda a temperatura de uma partida: o time pode estar meio travado, meio nervoso, e ele aparece no espaço certo com cara de quem já escreveu o final do roteiro.

O que pesa a favor da Noruega

A Noruega tem o jogador mais assustador da Copa: Erling Haaland. Ele já tem 7 gols em 4 jogos, incluindo os dois gols que eliminaram o Brasil nas oitavas. Além disso, o Squawka aponta que ele colocou 12 de 18 finalizações no alvo, um aproveitamento absurdo para um centroavante desse volume.

E não é só ele. Martin Odegaard é o cérebro. Tem três assistências e é o jogador por onde passa quase tudo que a Noruega cria. Se Odegaard tiver tempo para levantar a cabeça, a Inglaterra vai viver aquele terror clássico: bola nas costas, Haaland atacando o espaço e zagueiro correndo como quem esqueceu o fogão ligado.

O ponto tático do jogo

Pra mim, a chave é: a Inglaterra consegue impedir que a Noruega conecte Odegaard e Haaland?

Se a Inglaterra cortar essa linha de passe, controlar a segunda bola e empurrar a Noruega para defender baixo, o jogo fica com cara inglesa. Kane segura zagueiro, Bellingham pisa na área, Saka/Rashford atacam os lados, e a Noruega começa a sofrer sem conseguir sair.

Agora, se a Noruega conseguir sair limpa, aí complica. Porque Haaland não precisa de dez chances. Ele precisa de uma bola boa, um zagueiro mal posicionado e meio segundo de espaço.

O duelo mais importante é Haaland contra a zaga inglesa. Stones e Guehi vão precisar fazer o jogo perfeito: controlar profundidade, disputar corpo, evitar faltas bobas e, principalmente, impedir que Haaland receba virado para o gol. Qualquer erro vira manchete.

Mas tem outro ponto: o lado direito da Inglaterra é uma preocupação. Reece James está lesionado, Jarell Quansah está suspenso depois do vermelho contra o México, e Djed Spence também vem com questão física. O Houston Chronicle apontou essa lateral direita como um dos maiores problemas ingleses para o restante da Copa.

Argentina x Suíça

  • Palpite principal: Argentina 2 x 1 Suíça
  • Classifica: Argentina
  • Cenário alternativo forte: Argentina 1 x 0 Suíça
  • Risco real de zebra: 1 x 1 e Suíça leva pros pênaltis
  • Zebra histórica: Argentina 0 x 1 Suíça, se Argentina repetir os apagões contra Egito e Cabo Verde

A Argentina chega como favorita, mas não chega tranquila. Depois de uma fase de grupos muito forte, o mata-mata virou novela: ganhou de Cabo Verde por 3 x 2 e depois precisou buscar uma virada absurda contra o Egito, saindo de 2 x 0 contra para vencer 3 x 2 no fim. A Reuters destacou justamente isso: a Argentina sofreu mais nos dois jogos eliminatórios do que em toda a fase de grupos, quando tinha levado só um gol.

O que pesa a favor da Argentina

A Argentina tem Messi. E, nessa Copa, isso ainda é argumento tático, emocional e espiritual.

O Guardian destacou que Messi segue sendo o jogador mais decisivo da Argentina, mesmo aos 39 anos, e que tem sido aquele cara que muda o jogo em um momento. Contra o Egito, mesmo num jogo em que a Argentina parecia perdida por boa parte, ele apareceu na reta final para comandar a virada.

Além disso, esse time tem uma coisa muito perigosa: não aceita morrer. Messi e Paredes falaram depois do jogo contra o Egito que o grupo nunca deixou de acreditar, mesmo perdendo por 2 x 0. Isso é perigoso para qualquer adversário, porque você pode até machucar a Argentina… mas precisa ter certeza de que ela caiu mesmo.

O que pesa a favor da Suíça

A Suíça chega na primeira quartas de final desde 1954 e passou pela Colômbia nos pênaltis, vencendo sua primeira disputa de pênaltis em Copas. A Al Jazeera também lembrou que os suíços já tinham quebrado outro tabu nessa campanha: a vitória sobre a Argélia foi o primeiro triunfo suíço em mata-mata de Copa em 88 anos.

E a Suíça tem uma coisa que incomoda demais: defesa, goleiro e paciência. O Guardian colocou os suíços como possível azarão justamente por isso: Gregor Kobel tem 16 defesas e sofreu só 3 gols, além de a Suíça ter o melhor saldo de xG entre os “surpreendentes” que chegaram às quartas.

O ponto tático do jogo

Pra mim, a chave é: a Argentina vai ter paciência ou vai entrar no modo desespero?

Se a Argentina circular bem a bola, achar Messi entrelinhas, usar laterais com calma e não se expor demais, ela tem tudo pra controlar. O problema é que, nos últimos jogos, a Argentina tem se aberto muito quando vai pra cima. Contra o Egito, a Al Jazeera destacou que a defesa ficou vulnerável a contra-ataques pelo lado, especialmente com velocidade nas costas.

E é aí que mora o perigo suíço. Se Johan Manzambi estiver recuperado da lesão no joelho que o tirou do jogo contra a Colômbia, ele vira uma arma enorme: são 3 gols e 1 assistência nas últimas 3 aparições. Ruben Vargas também é perigoso: tem 2 gols e 1 assistência e ainda converteu o pênalti decisivo contra a Colômbia.

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